Faturar mais raramente significa ganhar mais
Produto e canal têm margens muito diferentes entre si. Quando o resultado é olhado pelo total, o crescimento da receita esconde o que dá prejuízo.
Onde o crescimento consome o lucro
Três medidas que mudam a decisão de mix, de canal e de compra.
Aqui a Reforma pode ser boa notícia
É o único dos nossos setores em que a estimativa aponta possibilidade de redução de carga. O crédito amplo sobre mercadoria tende a compensar a alíquota maior. O risco muda de lugar.
Três perguntas que respondemos primeiro
Apuramos margem por produto e por canal, com frete, comissão, devolução e mídia rateados onde de fato acontecem.
Comparamos custo de aquisição com o valor que o cliente devolve ao longo do tempo, por canal e por faixa de ticket.
Medimos giro por SKU e apontamos o que precisa sair, mesmo com desconto, para destravar capital.
O que os varejistas têm perguntado
Porque o risco muda de lugar. Com o split payment, o tributo é separado no instante do pagamento e vai direto ao Fisco. Acaba o intervalo entre faturar e recolher, que hoje funciona como capital de giro informal para quem vende a prazo.
Trabalhamos com o que a sua operação já gera: relatórios da plataforma, do ERP e dos marketplaces. Não vendemos sistema. Estruturamos a leitura gerencial em cima do que existe.
Na maioria dos casos, sim. O dado costuma existir espalhado entre plataforma, gateway e ERP. O trabalho é consolidar e aplicar o rateio correto de frete, comissão, devolução e mídia.
Faz, e às vezes mais. Quando a comissão e a política de frete do canal mudam, a margem por SKU muda junto, e quem não mede descobre no fechamento do trimestre.
Vamos olhar a margem do seu mix
Uma conversa inicial para entender canais, mix e giro. Você sai dela com uma leitura da sua situação, inclusive se a leitura for que ainda não precisa da gente.