A folha sai antes de o cliente pagar
É o setor em que o capital de giro decide o crescimento. Ganhar um contrato grande sem caixa para bancar a folha dele é a forma mais comum de quebrar crescendo.
Três contas que decidem a operação
Portaria, limpeza, segurança e facilities têm a mesma estrutura de risco: gente, prazo e provisão.
O setor mais exposto da Reforma
Quase todo o valor faturado é folha, e folha não gera crédito. Onde uma consultoria ainda tem algum insumo a compensar, portaria e limpeza praticamente não têm.
Três perguntas que respondemos primeiro
Apuramos margem posto a posto, com encargos, provisões, cobertura e substituição, dentro de cada contrato.
Calculamos o capital de giro necessário para bancar a folha até o primeiro recebimento, para você saber se pode assinar.
Levantamos rescisão, férias, décimo terceiro e ações em curso, e trazemos para o resultado o que hoje só aparece no acordo.
O que as terceirizadas têm perguntado
Não da Reforma. Índice de inflação não cobre mudança de carga tributária. Contrato longo sem cláusula tributária específica transfere o risco inteiro para você, e a hora de negociar isso é agora, não em 2027.
Estruturando a apuração por posto: receita do posto, custo do profissional com encargos, provisões, substituição e cobertura. É a primeira entrega, e costuma revelar de imediato onde o contrato está sangrando.
Muda tudo. Condomínio, em regra, não é contribuinte e não toma crédito, então o aumento fica dentro do seu preço. Já um cliente do regime regular recupera o imposto destacado, e a negociação de repasse fica viável.
Preparamos o número que sustenta a conversa: impacto por contrato, por posto, e o cenário com e sem repasse. Quem senta na mesa é você, mas com a conta pronta e defensável.
Vamos olhar o giro e a margem dos seus contratos
Uma conversa inicial para entender o tamanho da operação, o prazo dos contratos e onde o caixa aperta. Você sai dela com uma leitura da sua situação, inclusive se a leitura for que ainda não precisa da gente.